quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

justiça ,igualdade e arte.



Quem disse que não posso sonhar com a justiça
com o fim da fome
quem disse que o menino de rua
não tem nome
e sempre serão assassinadas
numa candelária escura
em qualquer praça da cidade.

Quem disse que a realidade será sempre triste e nublada como
a nublação que cobre o céu antes da tempestade.

A realidade sera flor
será um canto de liberdade
um hino de amor
será vento suave trazendo justiça e igualdade
quem disse que não posso transformar
as latas enferrujadas
em rosas,orquídeas ,begônias e cravos.

posso fazer dos becos escuros
ruas com pastilhas
iluminadas com estrelas
posso ver mansões nos subúrbios
nas beiras dos canais
ver casas pintadas de rosas 
de azuis celestiais.

quem disse que não posso tentar
e viver um sonho que pode se realizar
quero poesia
quero musica verdade e arte
quero jardins espalhados pela cidades
risos colorindo os bairros.
ruas perderem a fome de gente
quero humor com sabedoria
quero risos infantis,risos idosos.

e ver o fim de tudo que é morte
quero vida,igualdade,justiça e sorte

4 comentários:

António Jesus Batalha disse...

Estive a ler e a ver não só esta postagem mas uma parte de seu blog,e gostei, dou-lhe os parabéns pelo blog por seu trabalho e obrigado por partilhar.
Ficarei muito feliz se desejar fazer parte dos meus amigos virtuais,
decerto que vou seguir também o seu blog.
Deixo as minhas cordiais saudações, e muita paz.
Sou António Batalha.

Cidália Ferreira disse...

Gostei de ler!!

Boa noite

Beijinhos
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Evanir disse...

Que tenhamos fé e esperança sempre e que a
gente não desista dos nossos sonhos.
Hoje venho agradecer seu carinho
peço desculpas pela grande demora.
aqui do outro lado da telinha
eu jamais esqueço de você.
Fiquei muito feliz em saber
o quanto posso me alegrar com sua amizade
O quanto é possível poder contar contigo.
no caso de gostar de mimos deixei
na postagem como é simples mais de todo coração.
Receba meu carinho meu afeto hoje
e sempre .
Evanir.

Tais Luso disse...

Lindo poema que grita a esperança, a igualdade e a dignidade de viver. Belo, sim!
Abraços.