Um ser humano em construção. Um Poeta por necessidade . Casado com aquela que me inspira, Eliana. Pai do Jeff, do Jonny, da July. Adorador e seguidor do poeta eterno.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
homenagem a July Eugênio ( Este texto foi feito quando a july tinha 4 anos )
Havia muita água estava escuro e ela vivia bem se alimentava e
sentia tudo o que se passava.
Ela queria luz mas ainda
estava cedo precisava esperar e esperou num cantinho quente sem frio ,queria a luz
ansiava a luz .era preciso esperar .ela
queria sorrir queria chorar, queria sentir o toque de seus pais ela queria
muito a luz.
Passaram-se ,5,6,7,8 meses ,
e agora ela não quer mais a escuridão, já esta pronta para viver no nosso mundo
, e no meio de toda aquela escuridão ela pede
por luz e Deus lhe concede à luz
e sua mãe lhe dá a LUZ.
E nasceu a july.
Era domingo, um dia
aconchegante de meia luz ,numa bela manhã com um singelo frescor na face do dia.
Quando nasceu estava cercada
por anjos , rodeada por arcanjos, um choro sutil que se confundil com sorriso .
ela viu a luz ,e chamou para perto de si.
Um dia sem sol mas sua luz iluminava a todos naquele quarto
como um farol a guiar o navio.
Ao chegar em casa o seu irmão Jeff deduziu que ela estava com fome ,ele resolveu
levar meia dúzia de banana para ela comer , mas ela não trocou o peito pela
banana, preferiu sabiamente mamar.
E mamou mamou durante 1 ano e 6 meses. Garfou , como
quem queria mamar mais ainda. Cresceu como uma flor na primavera cresceu como um sorriso
puro e verdadeiro impregnado em seu belo rosto.
Aprendeu a escrever, a ler a
desenhar, desenhava roupas e personagens,desenhava como se passeia-se na lagoa
da saudade ou nos jardins da praia.com uma caneta colorida desenhava os
caminhos que quer trilhar.um caminho já preparado por Deus e onde ela continua
desenhando com a caneta da vida.
Engatilhou falou chorou,
sorriu ,viu, sentiu e ouviu ,ouviu os sons das vozes os sons das musica, os
hinos, os instrumentos, ouviu o som da bateria, ouviu o som do cello e do
violino. Ouviu a palavra de Deus e quando é preciso sabe ouvir o silencia
Onde Deus fala.
Brilhe july não deixe que
coloquem limites pra você não se coloque como coitada, você é amada você é
abençoada, viva a vida linda que Deus te deu.
Não aceite os falsos, fuja
dos inimigos, fique com a palavra de Deus gravada em sua alma, lute sempre pela
vida seja feliz, brilhe!
Não se apague como a vela que
alguém assopra.mas com o sopro do criador sua chama se acenda ainda mais. E leve
luz aonde ainda haja escuridão.
Você nasceu para brilhar ,
então siga seu caminho e brilhe.ilumine como um farol. Tenha muitos amigos e
seja feliz!!!!!!
quinta-feira, 24 de julho de 2014
loucura II
Quem é louco?
- quem marcha
Quem é doido
--o soldado
Quem é insano
- quem não marcha direito
Quem é sóbrio
- quem botou fogo no quartel
Quem é humano
- quem deu o sinal
Quem é lucido?
- quem tem cabeça de papel
Quem quer saber?
acuda! acuda !acuda a insanidade nacional.
Loucura I
Pura sanidade num corpo são
sobriedade sobre o paixão
lucidez é lançada sobre a escuridão
e a luz se fez loucura então.
Louca visita
A loucura vem visitar como parente em fim de semana
vem como um casal que só quer passar umas horas
no lazer do seu quintal.
Instala -se em sua sala, deixa a mala
sobe no teto como lagartixa
desce ao chão e pergunta.
_ louco eu?
a loucura se estabelece e escorrega pelo chão
descendo as escadas
desce o morro
caminha na praça
e passeia na praia
próximo ao jardim.
a loucura vai colher flores
na areia do mar, enterra amores
colher frutas na horta
onde todo demente
fecha porta.
sábado, 3 de maio de 2014
O som do cello II
Dando voz a tudo que belo
assim é o som do cello
como se abrisse um portal um elo
assim é o som do cello.
concebido com carinho,
feito com esméro
assim é o som do cello
percorre vales invade o castelo
assim é o som do cello.
asas dos anjos quando voam
um som divino que anelo
é o som imaculado do violoncelo.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Dor e arte.
A dor quando é motivo de arte
dói no espirito , no âmago da alma
dói leve como um amor que parte
plantando tristeza e colhendo trauma.
Arte sentida na pele
é quando os poros expele
a dor que vive na alma
num instante de calma.
Dor e arte são irmãs
vivem juntas na sutileza do artista
com a dor o poeta pinta as cãs
da felicidade, num sonho antagonista
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